Mercúrio em Câncer e a Copa do Mundo em casa


Mercúrio em Câncer pensa dentro de nós por “outro cérebro”, na região abaixo do umbigo onde localiza-se o segundo chacra e onde dormem as emoções. Sejam elas presentes ou atávicas, é lá que borbulham ansiedades de alegria e tristeza.
O Mensageiro, como também é chamado o Planeta da Comunicação e Expressão, reinará no habitat natural da Lua por quase dois meses. Assim, é bom que você reconheça os sussurros do Céu nesse período.
Fantasioso, romântico e imaginativo, Mercúrio quando está nesse signo feminino, intensifica o lado emotivo e maternal do ser humano.
Pode acontecer de você sentir vontade de cuidar dos bem amados, das pessoas próximas e dos que considere carentes de seus cuidados.
Até aí tudo bem, só não esqueça que cuidar não é retirar a liberdade do outro e, por favor, lembre-se de cuidar e oferecer doses de carinho a si mesmo.
O VERBO de Mercúrio em Câncer é o SENTIR e em sua oitava superior, reveste-se de inteligência emocional onde a intuição criativa pode conduzir indiretamente à melhor decisão.
Mercúrio pode ser interpretado como a alma de um mapa natal e no caso, ele é que está dando o tom da “Alma do Céu”.
Uma forma de raciocinar desprovida da lógica cartesiana de análises frias e mecanicistas, a pessoa que é influenciada por um Mercúrio em Câncer nadará nas águas da subjetividade e será do tipo: " sinto, logo sei ".
Suas respostas estão em algum cálido lugar que circula entre as entranhas e o coração.
Profundamente empático, esse Céu nos flagrará em lágrimas a remoer saudades ou ressentimentos despertados em algum portal da memória.
E é provável que o brasileiro, apesar de todas as evidências contrárias, se ocupe em ser o melhor anfitrião possível aos gringos que chegarem para assistir aos jogos da Copa.
Afinal, Mercúrio está em Câncer e ninguém fala mal da minha casa e da minha família!

Mesmo porque, Júpiter (que rege o estrangeiro) também no signo do carangueijo, "expande" os cuidados e aumenta a "fé" de que tudo dará certo em casa.
Ja viu, né, não importa para onde esteja voltada a sua individualidade, não será de surpreender quem se sentir fazendo parte de uma grande família, se engajando sem culpa na torcida pela taça.
Saudosos dos gols de outrora, veremos muitos a empurrar com a barriga as desesperanças, a indignidade e as decisões que não foram tomadas com lisura pelos "cabeças" da Nação.
Não, o inconformismo não foi esquecido. Apenas adiado para que uma nova cara do Brasil se faça valer e possa emergir, nas eleições de outubro.
Que o Céu nos avise, nos direcione e nos inspire...
E que jamais deixe de ser Pai e Mãe para todos!