Lua borboleta, Vênus direta, Urano incendiário


A Lua quando é nova é invisível aos olhos. Abraçada ao Sol e entregue à vontade da mais alta inspiração, está pronta para ingressar na Lunação Aquariana.
Oculta de olhares e pensares humanos, sua face é um segredo e nem mesmo as janelas da alma, podem tocá-la no firmamento. Somente a Consciência Divina Universal, que cria e recria os ciclos da vida, há de tornar a Lua visível. E enquanto ela for crescendo e recriando seus humores, desenhará o próximo mês, sob os auspícios do Aguadeiro.
Gestos e sussurros de liberdade, igualdade e fraternidade, já são entoados pela oitava superior de Aquário. Nos Céus, o convite, para que alcemos o voo de gratidão, dando como certas as possibilidades de que algo novo vai ancorar em nossas vidas.
“Onde não há resistência, não há dano”!
E como tudo é novo de novo, a Vênus retoma seu movimento direto, sai de um certo estado de rendição ao destino e passa a interferir diretamente nos caminhos e descaminhos construídos com os nossos passos. Vemos com maior clareza onde fomos mais amor e onde fomos desencontro e avesso do que teria sido...
Agora, mais atentos, sejamos cada qual o canal que dará passagem ao divino, para que se sustente em nós, um tempo onde possa caber o amor universal.
Para tanto, é preciso permitir que o passado passe e que o gestar do novo brote do âmago dos anseios benfazejos do ego que trabalha a favor da alma.
Os tempos estão propícios para aprender a viver em duas dimensões: na consciência terrena e na percepção da consciência espiritual.
O futuro é germinado na Lua Nova e é invisível aos olhos. No fundo sabemos que é a gente mesmo que escolhe como ele vai ser. Somos co-criadores e responsáveis pela nossa vida a cada presente momento, início, meio e fim.

Terá tudo a ver, refletir nos resultados visíveis, coletivos e individuais das formas-pensamento e formas-sentimentos emanadas e materializadas pelo poder criativo atuante em cada ser. Observar os efeitos visíveis a olho nú! Porém, sempre temos a chance, o poder e a dádiva de mudar a visão do que nos desagrada, mudando as velhas crenças e permitindo que velhas feridas cicatrizem, enfim! Podemos ser visionários das estrelas...pulsando com elas e elevando a pequena luz individual para incomensuráveis níveis vibratórios. Onde há consciência, há vida! Quem for um ser vivente, pensante e sobretudo consciente, que faça por si e por todos, a pequena parte que por amor, lhe cabe.

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